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Econômetro?? (1975 - Crise petróleo e Fuel Pacer)

Neste ano os Dodge Dart/Charger vinham equipados com um equipamento chamado “Fuel Pacer”, instalado junto ao carburador, que ao detectar que a mistura ar/combustível estava rica demais acionava a lâmpada direcional do pára-lama dianteiro esquerdo, avisando assim o motorista/piloto para que aliviasse o pé ou colocasse uma marcha mais apropriada e economizasse combustível.

Neste ano reapareceu o Dart Sedan (4 portas), aumentando assim a gama de produtos da linha Dart (Dart de Luxo, SE, Gran Coupé, Sedan de Luxo e Gran Sedan). As alterações mais marcantes desta linha foram nas grades, tanto o Dart de Luxo, Sedan de Luxo quanto o SE ganharam uma grade igual à do ano anterior, mas sem divisão horizontal, com sinaleiras verticais e com o logotipo DODGE na grade, no canto esquerdo. A grade do SE era pintada em preto fosco (característica do modelo) com os frisos de contorno do capô da mesma cor da carroceria.. A grade do Dart era pintada em prata e os frisos eram cromados. Nas laterais o Dart ganhou faixas laterais com filete duplo (branco ou preto dependendo da cor do carro).

Já o Gran Coupé e Gran Sedan, ficaram mais desejáveis com a frente igual aos Charger do ano anterior, mas com uma moldura cromada que envolvia a grade, além de logotipos laterais diferentes com escritos GRAN SEDAN e GRAN COUPÊ e brasão da linha nas colunas traseiras, junto com o vinil. Outras mudanças no Gran Sedan e Gran Coupê foram nos frisos laterais que ficaram mais grossos e as faixas laterais com filete duplo que ladeava o vinco da carroceria do pára-lamas dianteiro até se aproximar das caixas de rodas traseiras.

No SE a grande mudança foram nas faixas laterais, agora com os dizeres Special Edition por extenso nos pára-lamas dianteiros e que percorriam toda a lateral do automóvel, muito semelhante as faixas do R/T do mesmo ano. Outra mudança foi na tampa traseira, na qual foram colocadas as letras D O D G E e eliminada a pintura em preto fosco entre as lanternas.

Para toda a linha Dart/Charger, na traseira houveram modificações nas lanternas, molduras e no friso do porta-malas que passou a ser retangular no meio da tampa, revestido com vinil (Charger LS e R/T) ou pintada com o logotipo DODGE no campo direito. No interior o painel foi redesenhado e na coluna de direção foi acoplado o pisca-alerta. Os bancos podiam ser beges ou pretos, combinando com o vinil.

Na linha Charger, poucas mudanças, internamente o painel foi reestilizado e externamente, a grade dianteira deixou de ser quadriculada, ficando apenas os frisos verticais. Na traseira o que muda em relação ao Dart de 1974 eram os logotipos, possuindo no friso a palavra DODGE no centro em letras grandes e divididas, e no canto direito o logotipo CHARGER R/T. Nas laterais novas faixas decorativas, sendo horizontais e percorrendo toda a lateral do carro, sendo interrompidas pelo logotipo CHARGER R/T. Já no Charger LS corriam dois filetes na linha de cintura igual ao Dart.

Em todos os Dodges V8 que possuíam câmbio automático, havia um emblema com os dizeres “AUTOMATIC”, colocado no canto esquerdo da tampa do porta-malas. Outra mudança, quando equipado com o câmbio automático, o Charger ao invés do conta giros no painel, vinha equipado com um relógio. Os Dodges V8 eram disponíveis nas cores: Branco valência, amarelo montego, vermelho dinastia, preto ônix, prata lunar, azul meia-noite, vermelho asteca, castanho corsa, verde pinho e marrom clássico, já o SE era encontrado somente nas cores: Branco valência, amarelo montego e vermelho dinastia.

O Dodge 1.800 era oferecido nas versões básica, SE, Luxo e Gran Luxo, trazendo como novidade a troca do carburador, recebendo o japonês Hitachi, no lugar do Lucas britânico, optando em empobrecer a mistura ar-combustível a fim de economizar combustível e com isso firmar o Dodge 1800 no mercado. A desconfiança no modelo estava no final, pois o “Dodginho” se mostrava um ótimo carro.

Mas mesmo com as constantes mudanças nas linhas, as vendas da Chrysler caíram muito neste ano (em média 50% ao ano anterior, que também não foi bom), por causa desta queda os automóveis que tinham menor procura foram retirados de fabricação e o Dodge 1.800 ganhou importantes alterações para 1976.

Curiosidades: No Salão do Automóvel era apresentada a perua da linha Dodge 1.800, de cinco portas, idêntica em estilo à Hillman Avenger Estate inglesa, seria um potencial concorrente para a Ford Belina e a VW Variant. Não se sabe por que, a Chrysler abandonou o projeto. Sabe-se também que foram produzidas algumas Dart perua pela Brasimca, houve bastante aceitação do público e dos executivos americanos, mas não houve um momento apropriado para o lançamento da “Station Wagon”.

Sobre a crise no petróleo a Chrysler tentava contornar o problema de algum forma, tanto que testou motores 4 e 6 cilindros em “V” todos derivados do 318 do Dart para equipar os carros médios-grandes da Chrysler. Tratava-se, na verdade, do mesmo motor porém tendo dois ou quatro conjuntos de pistão/biela retirados do bloco.

Nota do autor: Como esta “idéia” não chegou ao mercado, imaginamos que não deve ter funcionado a contento.

Foi também testado o 6 cilindros do Valiant argentino, mas nenhum se mostrou capaz de substituir o 318.

Neste ano come çaram os primeiros testes com o novo combustível brasileiro, o Álcool Etílico, e mais uma vez os carros da Chryler foram pioneiros, pois o primeiro veículo a rodar com álcool no Brasil foi um Dodge 1800, desenvolvido no CTA (Centro Tecnológico Aeroespacial) neste mesmo ano de 1975.

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